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Christchurch  (Pop 349.000)

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Christchurch é a maior cidade da Ilha do Sul, além de ser a mais Inglesa de todas na Nova Zelândia. É bastante simpática e gostosa, e com exceção do centro, não tem muitos prédios altos, sendo a maioria das construções constituídas de casas, ou apartamentos de no máximo quatro andares. A cidade é bem conectada por rodovias, além de trem, ônibus interestadual, e avião, recebendo inclusive vôos internacionais. Christchurch fica de frente para o mar, e a parte de trás, é chamada de Canterbury. Essa região que circunda Christchurch, se estende por terras planas até os Alpes, e é repleta de fazendas e pequenas vilas, que juntas abrigam 485 mil pessoas. O único problema de Christchurch é durante o inverno, quando a temperatura desce mais que minha conta bancária, e se não fossem os aquecedores nas casas e hotéis, o esfriado turista, iria se olhar no espelho e ver um pinguim. Nas primeiras horas da manhã, normalmente a temperatura fica abaixo de zero, e depois sobe para alegres 8 graus ou menos. Pelo menos os aficionados por Ski na Neve fazem a farra.

Nota: Em Setembro de 2010 e Fevereiro 2011 vários terremotos incluindo o pior com de 7.1 graus de magnitude destruiram parcialmente a cidade e Catedral de Christchurch. 

Christchurch tem um Mago, que com sorte pode ser encontrado na Cathedral Square, bem no centro da cidade. Essa praça, com sua belíssima catedral em estilo Gótico, é o centro turístico da cidade, e nas imediações estão diversos Cafés, Restaurantes, e Hotéis de alto gabarito. Logo ao lado, o Tram  faz um percurso de 2.5 Km pelos lugares mais turísticos. Um pouco mais afastado do centrão, fica Kilmore e Durham Streets, onde está o Centro de Convenções, o Cassino, e mais Hotéis, Restaurantes e Bares. O Jardim Botânico é um dos mais bonitos em toda a Nova Zelândia, e no Avon River que contorna o local, passeios em gondolas pelo rio são muito lindos e se tem a impressão da paisagem pertencer a um filme europeu. Christchurch tem a economia baseada em produtos primários, como a indústria de laticínios, mas pouco a pouco tem se modernizado e conta com um polo muito bom em informática e muitas indústrias de ponta. O aeroporto internacional recebe grande quantidade de turistas a cada ano, sendo esse outro ponto importante da economia. Dentre as belas construções no estilo Inglês, podemos destacar o interior do Centro de Artes, que é absolutamente fantástico e vale uma visita. Para se ter uma boa visão de toda a cidade, uma subida de teleférico (cable car) ao Mount Cavendish proporciona uma vista panorâmica de toda a região. A vida noturna é bastante agitada, com muitos pubs, bares e boates. Christchurch tem ondas para surf que não existem em nenhum outro lugar, pois o intrépido surfista será forçado a dar vários aerials para se esquivar de icebergs, e entubar com pinguins, focas e afins. Roupa de borracha com lareira interna é absolutamente necessária, e caso o congelado surfista não queira enfrentar água fria, existem quantidades enormes de outros esportes radicais para elevar a temperatura da alma.

Canterbury Plains é a faixa que vai do litoral, logo quando a cidade acaba, até as cordilheiras nos alpes. A área é toda plana, dividida por fazendas (foto), uma colada na outra, e produzem muitas coisas diferentes, desde trigo e leite, até ovelhas e gado de corte, incluindo saltitantes veadinhos. Aliás, carne de veados são servidos em restaurantes com o nome de Deer, e se for experimentar um, não deixe de ligar para casa e falar-."Oi mãe, comi um veado ontem à noite!" Olhar essa área do alto, de preferência num balão, é a melhor opção, e existem companhias que operam esses vôos sempre que o tempo permitir. Mais para dentro, e na medida que chega-se perto da cordilheira, lagos com paisagens de natureza deslumbrante e vilas super acolhedoras vão surpreendendo o empolgado turista. O Arthur Pass, é uma parte da cordilheira que permite a passagem via rodoviária de um lado ao outro. Na vila de Arthur Pass a 2751 metros de altura, o parque nacional, atrai andarilhos e escaladores de todas as partes do mundo, com o intuito de caminhar por trilhas ainda virgens por dentro dos Alpes. Existem trilhas que podem ser feitas em algumas horas, outras de dia Inteiro, pernoite, ou para toda a eternidade, se o andarilho esquecer de levar casaco. Condições do tempo em áreas Alpinas, mudam mais rápido que câmbio do dolar, e mesmo no verão, faz bastante frio durante a noite. Por isso não faça como o Arthur, que correu o risco e acabou "Pass-Away".

O Trem Tranz Alpino é considerado um dos mais espetaculares passeios de trem no mundo, e sai de Christchurch em direção a costa Oeste da Ilha do Sul, mais precisamente para a cidade de Greymouth. Esse passeio classificamos como "Imperdível", e a não ser que o dia esteja uma meleca, você vai ver o tempo todo paisagens de deitar pena de Kiwi. No pico do verão, também é bonito, mas recomendamos ir no final do inverno, (entre Setembro e Novembro) quando os picos ainda estão bastante nevados, e por causa do degelo, os rios ficam caudalosos e as montanhas repletas de cachoeiras. O Trem sai de manhã cedo de Christchurch, atravessando os planos de Canterbury. Em seguida inicia a subida dos Alpes, e na medida em que sobe por um único lado, picos nevados e paisagens lindas como de calendários vão aparecendo. Tem momentos que o trem anda bem na beira de precipícios, com o rio lá em baixo, proporcionando calafrios no vertiginoso turista. Durante o trajeto, passa por diversos túneis, pontes, cruza estradas, e até mesmo corre paralelo a elas, na mesma velocidade dos carros. O último vagão é aberto, só com telhado e uma mureta de proteção, e serve para você congelar lá fora, digo, congelar belos momentos fotográficos. No topo da cordilheira, o trem para na estação de Arthur Pass, onde passageiros sobem e descem, na maioria jovens, que vão explorar o parque. Na descida, mais paisagens interessantes até chegar na cidade de Greymouth. Este passeio pode ser feito num mesmo dia ou estendido por mais tempo.

Curiosidade 1: O Mount Cook com 3754 metros é o ponto culminante de toda a Australásia, e pode ser visto de perto por helicóptero, avião ou carro a partir de Christchurch. Além dele, existem outros 27 picos com mais de 3000 metros na Ilha do Sul.

Curiosidade 2: Mount Hutt  - É a estação de esqui na neve a somente 1 hora e 15 minutos de Christchurch, e também a que tem a temporada mais longa, chegando a 6 meses de neve por ano.

Estudar em Christchurch

Atrações Turísticas de Christchurch

Distâncias rodoviárias de Christchurch até:

Picton 185 km 2 horas e 30 min.
Queenstown 480 km 7 horas e 15 min
Dunedin 364 km 5 horas
Greymouth 255 km  4 horas e 10 min
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